A Negritude Socialista Brasileira (NSB) celebrou, ontem (10), o ato de filiação da vereadora Aava Santiago, de Goiânia, ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). O momento marca uma nova etapa na trajetória política de Aava, que também assume a presidência estadual do PSB em Goiás, fortalecendo a construção de um projeto democrático, popular e comprometido com justiça social e racial no estado.
O evento reuniu importantes lideranças nacionais e estaduais do partido, entre elas o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o prefeito do Recife, João Campos, o deputado federal Pedro Campos, o ministro Márcio França, o presidente da ABDI Ricardo Cappelli, além do prefeito de Cavalcante (GO), Vilmar Kalunga, liderança histórica da região quilombola Kalunga.
A Secretária Nacional da NSB, Valneide Nascimento, foi representada por Adilson Bezerra, secretário geral da NSB, e Euclides Vieira, Secretário de Finanças da NSB, reafirmando o compromisso da Negritude Socialista Brasileira com o fortalecimento de lideranças negras nos espaços de poder e decisão política.

Durante o ato, Aava destacou a importância de construir um PSB cada vez mais conectado às lutas do povo goiano, às periferias, às mulheres e à população negra, defendendo um projeto de desenvolvimento com justiça social, democracia e enfrentamento às desigualdades.
Para a NSB, a chegada de Aava Santiago ao PSB e sua eleição à presidência estadual do partido representam um avanço significativo na disputa por uma política que enfrente o racismo estrutural, valorize a diversidade e amplie a presença de mulheres em posições estratégicas de liderança.
“Aava simboliza uma nova geração de lideranças comprometidas com transformação social, participação popular e construção de um Brasil mais justo. Sua filiação fortalece o campo progressista e amplia nossa capacidade de disputar rumos para Goiás e para o país”, destacou Adilson Bezerra.
A Negritude Socialista Brasileira segue firme na construção de um projeto político antirracista, popular e socialista, ao lado de lideranças como Aava Santiago, que reafirmam, na prática, que não há democracia plena sem a presença do povo negro nos espaços de poder.










